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22/10/2021 às 11h18min - Atualizada em 22/10/2021 às 11h18min

Adolescente da Nova Scotia usa as habilidades da linguagem de sinais americana para compartilhar histórias com os jovens

Ela percebeu que muitas crianças não tinham acesso a conteúdos como a literatura adaptados para a linguagem de sinais

Redação North News
CTV News
Canal no YouTube da Digitally Lit

Kaylee Harding combina seu amor pela leitura e sua segunda língua, American Sign Language (ASL), compartilhando histórias com jovens em todo o Canadá Atlântico.

“Se os pais deles não sabem linguagem de sinais, pode ser muito difícil para eles gostar de livros como você ou eu gostaríamos quando éramos crianças na hora de dormir, lendo uma história para dormir”, diz ela.

 

A jovem de 16 anos aprendeu ASL muito jovem porque um membro da família é surdo.


Sua paixão a inspirou a se envolver com a Digitally Lit - uma organização focada em práticas literárias e digitais com a juventude atlântica canadense.

 

A partir daí nasceu a iniciativa ASL Story Time.

 

“Kaylee veio sinceramente com a ideia de querer preencher a lacuna para aqueles que são surdos ou com deficiência auditiva”, explica Robin Grant da Digitally Lit. “E para uma pessoa da idade dela ter tanta maturidade e visão, eu achei brilhante. Então, estamos muito orgulhosos dos jovens com quem trabalhamos.”

 

Uma parceria foi firmada com editoras de toda a região.

 

Elphege Bernard-Wesson, o mentor de ASL com iluminação digital e especialista em alfabetização de surdos, também se juntou ao projeto.

 

Até agora, duas de suas histórias autografadas estão no YouTube e há mais por vir.

 

É um projeto que eles gostam de compartilhar.

 

“Estou muito feliz por esta oportunidade”, assina Bernard-Wesson. “E espero que a juventude atlântica compreenda que todas as histórias vêm do nosso coração. O importante é que não importa de que forma está vindo, tudo importa.”

 

Embora os vídeos sejam feitos para jovens, a dupla incentiva a todos a visitar o canal da Digitally Lit no YouTube e conferir.

 

“Aproveite como uma oportunidade de aprender um pouco de ASL de uma forma divertida e diferente”, acrescenta Harding. "Mesmo que seja apenas para anotar o pedido de alguém em uma cafeteria."


Co-autora: Amanda Rodrigues Leal


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