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24/02/2022 às 11h19min - Atualizada em 24/02/2022 às 11h19min

Rússia ataca Ucrânia e deixa ao menos 50 mortos

Mais de 200 bombardeios foram realizados na noite desta quinta-feira

Leandro Mendonça
Foto: Reprodução
O barril de pólvora explodiu. A Rússia bombardeou a Ucrânia na noite desta quarta-feira, e deixou o Mundo apreensivo com a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial. Países como Canadá, Alemanha, França e Estados Unidos se manifestaram e vão honrar o pacto com a OTAN.

Vladimir Putin passou as últimas semanas nas entrelinhas. O Premier russo se encontrou com o Presidente Jair Bolsonaro para falar sobre exportações e planos econômicos entre os países. Na época, Putin se manifestou dizendo que estava ‘retirando’ suas tropas da fronteira com a Ucrânia, pois haviam sido encerrados treinamentos militares de rotina.

A Guerra na Ucrânia começou às 23h, de Brasília, na região de Donetsk e Luhansk. A área é denominada como zona de conflito, pois são dominadas por uma maioria russa e cidadãos ucranianos. Putin declarou a emancipação das cidades, mas a Ucrânia não abriu mão de Donetsk e Luhansk. Após anos de pressão (desde 2014), o presidente russo resolveu partir para os bombardeios.

Invadindo por Belarus, Moldova e pelo próprio território, a Rússia bombardeou a zona separatista e a cidade de Kiev. As tropas russas contam com um dos materiais bélicos mais potentes do mundo, como jatos Sukhoi, mísseis Iskander, forças especiais Spetsnaz com AK-12.

O Canadá enviou tropas à Lituânia (membro da OTAN) para reforçar o apoio à Ucrânia. No atual momento, qualquer movimento dentro do território ucraniano pode ser interpretado como ‘intromissão’ neste conflito e Justin Trudeau sabe bem o próprio conflito que precisa lidar dentro do Canadá.
 
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