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04/08/2021 às 10h24min - Atualizada em 04/08/2021 às 10h24min

Fase judicial do processo de extradição de Meng está programada para começar hoje em B.C.

Meng é acusada de agir conscientemente de forma a prejudicar as sanções que os EUA impôs ao Irã

Redação North News
CTV News
THE CANADIAN PRESS/Jonathan Hayward

VANCOUVER - O conjunto final de audiências no caso de extradição da diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, deve começar hoje na Suprema Corte de B.C. em Vancouver.

 

Argumentos legais são esperados nas próximas semanas do Departamento de Justiça e dos advogados de Meng sobre se ela deve ser extraditada para os Estados Unidos.

 

Meng é procurada por alegações de que ela enganou o HSBC sobre o relacionamento da Huawei com outra empresa, colocando o banco em risco de violar as sanções estadunidenses contra o Irã - acusações que ela e a Huawei negam.

 

Em julho, a juíza-chefe associada Heather Holmes decidiu contra permitir novas evidências no caso de extradição porque não apoiava "expressamente" a alegação de Meng de que o resumo legal americano das alegações contra ela não era razoável.

 

Os advogados de Meng disseram à juíza que os documentos incluem cadeias de e-mail e planilhas que afundam as alegações de fraude contra ela e provam que os EUA enganaram o tribunal em seu resumo para o Canadá.

 

Meng está em liberdade sob fiança, morando em uma de suas casas em Vancouver desde sua prisão no aeroporto de Vancouver em dezembro de 2018.

 

Sua prisão aqueceu as relações entre o Canadá e a China, e as prisões dos canadenses Michael Spavor e Michael Kovrig que se seguiram são amplamente vistas como retaliação pelo governo chinês.


Co-autora: Amanda Rodrigues Leal


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