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03/03/2022 às 17h12min - Atualizada em 03/03/2022 às 17h12min

Fórmula 1 quebra contrato com a Rússia

Haas deixa patrocinador russo fora do carro em semana de testes

Leandro Mendonça
Twitter/@HaasTeam
Acabou o milho, acabou a pipoca. A Rússia está aprendendo da pior maneira, como uma Guerra de grandes proporções pode facilitar na quebra de contratos. Desta vez a sanção foi dada pela Fórmula-1, que tinha a Rússia em seu calendário, no belo GP de Sochi. A partir do ano que vem, o Grand Prêmio passaria a ser disputado em St. Petersburgo, na pista de Igora Drive. De acordo com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o contrato com a Rússia estava fechado até 2025.

“A F1 pode confirmar que rescindiu o contrato com o promotor do GP da Rússia, o que significa que o país não terá mais corridas no calendário”.

A FIA condenou abertamente, na última terça-feira, a invasão das tropas russas ao território ucraniano. Mesmo com as críticas severas, a Federação não proibiu o piloto russo da Haas, Nikita Mazepin, de participar da temporada. Diferente da federação britânica (Motorsport UK), que cassou todas as superlicenças de pilotos russos, a F1 decidiu que Mazepin não interferiu de forma direta na Guerra.

Mas mesmo assim, Nikita Mazepin vai passar por um início de ano incerto. Seu pai, Dmitry Mazepin, dono da Uralkali, maior investidora da equipe americana Haas, já se manifestou com a retirada do patrocínio do carro. Durante a semana de testes em Barcelona, o pai de Nikita foi a público dizer que se a logomarca não voltar aos carros da Haas, decisões deverão ser tomadas.

Lembrando que se o piloto russo sair da equipe americana, a primeira opção para o posto de segundo piloto é do brasileiro, Pietro Fittipaldi. O posto de primeiro piloto é de Mick Schumacher, filho do heptacampeão mundial, Michael Schumacher. O italiano, Antonio Giovinazzi também é uma opção para os americanos, pois tem experiência de três temporadas pela Alfa Romeo.
 
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