1. Considerações iniciais
Vivemos um momento muito difícil no Brasil. A crescente sensação de incerteza com os rumos do país tem levado milhões de brasileiros a considerar a possibilidade de deixar o território nacional em busca de melhores condições de vida.
Não se trata apenas de um impulso emocional, mas de uma resposta racional a uma série de problemas que parecem se aprofundar a cada ano e que podem piorar ainda mais a partir de 1º de agosto de 2025, que cairá numa sexta-feira.
A desigualdade econômica no Brasil apresentou redução nos últimos anos, porém, ainda está longe de ser resolvida. As raízes da desigualdade econômica permanecem profundas e exigem reformas estruturais. Os serviços de educação, de saúde e de saneamento básico são precários, são desiguais, especialmente nas regiões mais vulneráveis.
Hoje, apresento dez motivos concretos que explicam por que tantos brasileiros estão fazendo as malas para os países que não exigem visto, ou para as nações que exigem visto, visto eletrônico ou visto na chegada.
Hoje, muitos brasileiros cogitam seriamente a hipótese de ir embora do Brasil, devido a guerra comercial iniciada pelos EUA, que absurdamente ameaçaram subir a tarifa de importação de 10% para 50% para todos os produtos importados.
2. Mais de 4,9 milhões de brasileiros vivendo fora do Brasil
Nunca houve tantos brasileiros vivendo fora do Brasil como agora. Segundo estimativas do MRE, mais de 4,9 milhões de brasileiros residem no exterior em 2025, número que supera a população total do estado da Paraíba, mais de 4,1 milhões de habitantes, de acordo com o IBGE.
Se essa comunidade brasileira no exterior formasse um novo estado, seria o 13º mais populoso do Brasil, à frente de estados como Amazonas, Paraíba e Espírito Santo. O crescimento da emigração reflete uma busca por melhores oportunidades, segurança e qualidade de vida.
Os dez destinos mais procurados pelos brasileiros são os EUA (2,0 milhões), Portugal (513 mil), Paraguai (261 mil), Reino Unido (230 mil), Japão (210 mil), Espanha (165 mil), Alemanha (160 mil), Itália (157 mil), Canadá (133 mil) e Argentina (90 mil), de acordo com o MRE.
Por exemplo, eu e minha esposa Núbia, temos 4 familiares no exterior, duas filhas e dois genros. Pamella e Humberto estão há mais de dois anos e sete meses no Canadá, e atualmente, Priscilla e Gabriel já estão em Portugal há mais de uma semana.
Um casal de brasileiros que decide agora morar no Canadá, ele emigra do Brasil e imigra para uma das dez províncias canadenses ou um dos três territórios. Esse movimento emigratório reflete uma busca por melhores condições de vida, emprego, oportunidades profissionais e segurança, fatores que têm levado a brasileiros a emigrar.
Diante do atual cenário socioeconômico brasileiro, países desenvolvidos, como Canadá e Portugal, eles despontam como destinos atrativos para quem busca começar ou recomeçar com dignidade e estabilidade econômica. Ambos apresentam políticas de imigração estruturadas e mantêm alta demanda por mão de obra qualificada.
No bilíngue Canadá, programas como o Express Entry, do governo federal, e os programas provinciais priorizam profissionais com experiência e fluência em inglês, francês ou ambos os idiomas. Já na província francófona de Quebec, o processo de imigração é independente do sistema federal e ocorre por meio do Programme de sélection des travailleurs qualifiés (PSTQ). Esse programa exige que os candidatos apresentem uma declaração de interesse na plataforma Arrima e demonstrem conhecimento da língua francesa, que é essencial para integração na sociedade quebequense.
Os perfis selecionados recebem o Certificat de sélection du Québec (CSQ), documento necessário para prosseguir com o pedido de residência permanente junto ao governo federal. Além disso, Quebec, a maior província do Canadá, mantém programas complementares, como o Programme de l’expérience québécoise (PEQ), voltado para estudantes internacionais e trabalhadores com experiência na província. Em 2025, Quebec planeja admitir até 51.500 imigrantes, com foco em profissionais qualificados e francófonos, reforçando sua política de valorização da língua francesa no segundo maior país do mundo.
Segundo o PNUD, o IDH do Canadá é de 0,939 em 2023, colocando o país da América do Norte entre os dezesseis maiores de desenvolvimento humano muito alto do mundo e é o maior IDH das Américas. A esperança de vida ao nascer é de 82,6 anos, refletindo avanços na saúde pública canadense de qualidade.
Em 2025, mais de 400 mil brasileiros vivem legalmente em território português, formando a maior comunidade estrangeira nos 18 distritos e nas regiões autônomas dos Açores e da Madeira.
Já Portugal, a nova legislação de imigração aprovada pelo Parlamento português em julho de 2025 está estruturada sobre quatro pilares principais, como a criação da unidade nacional de estrangeiros e fronteiras (UNEF). Uma força policial especializada, vinculada à Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), foi instituída com o objetivo de fiscalizar a permanência de estrangeiros, executar deportações e reforçar o controle na fronteira com a Espanha.
Restrição ao reagrupamento familiar em território português. A nova lei exige que o imigrante tenha pelo menos dois anos de residência legal no país para solicitar o reagrupamento familiar. Além disso, os familiares devem fazer o pedido ainda no país de origem. Já casais em união estável precisam comprovar convivência anterior fora de Portugal.
Limitação ao visto de trabalho qualificado. O visto de procura de trabalho passa a ser concedido apenas a profissionais considerados altamente qualificados, conforme critérios técnicos a ser definidos pelo governo. A entrada como turista seguida de solicitação de residência foi proibida.
Extinção da manifestação de interesse e regras mais rígidas para regularização. A possibilidade de regularização por meio da chamada “manifestação de interesse” foi eliminada. Imigrantes que tenham entrado ou permanecido ilegalmente em Portugal não poderão obter vistos de residência ou estadia temporária.
De acordo com o PNUD, o IDH de Portugal é de 0,890 em 2023, colocando o país europeu entre os quarenta maiores de desenvolvimento humano muito alto do mundo. A esperança de vida ao nascer é de 82,4 anos, refletindo avanços no bem-estar da população portuguesa.
Canadá e Portugal possuem expectativa de vida ao nascer alta e taxa de fecundidade total abaixo da reposição populacional, 1,48 e 1,30 filhos por mulher, respectivamente. Esse cenário leva ao envelhecimento acelerado da população, gerando maior demanda por imigração. Logo, os imigrantes são essenciais para sustentar os três setores econômicos (primário, secundário e terciário) da economia canadense e portuguesa.
3. Os dez principais problemas do Brasil na atualidade
A crescente vontade de muitos brasileiros de deixar o país reflete uma inquietação coletiva diante dos enormes desafios que o Brasil enfrenta na atualidade. Essa reflexão crítica tem origem nos dez principais problemas que afetam a qualidade de vida da população brasileira.
O ambiente de confronto ideológico transformou o debate sobre os problemas nacionais em uma verdadeira guerra política. Famílias, amigos, vizinhos, colegas de profissão, empresas, instituições e conselhos de classe estão cada vez mais divididas, sem espaço para o diálogo construtivo e sem ações pragmáticas que promovam soluções efetivas. Essa polarização política gera uma sensação de insegurança, frustração, agressões e apreensão generalizada, alimentando o ódio de um para outro, e ao mesmo tempo, o desejo de fugir para outro país.
A violência urbana tornou-se parte do cotidiano brasileiro. Em muitas cidades, o medo constante de assaltos, furtos, sequestros ou de ser vítima de bala perdida compromete a liberdade e a qualidade de vida. Em 2023, o Brasil registrou 45.747 homicídios, uma média de 125 mortes violentas por dia, com uma taxa de 21,2 homicídios por 100 mil habitantes. Apesar de uma leve queda em relação há anos anteriores, os índices continuam alarmantes, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
Embora o Índice de Gini tenha atingido 0,506 em 2024, o menor nível desde 2012, a desigualdade econômica ainda é gritante. O abismo entre os mais ricos e os mais pobres permanece intransponível em muitos estados. Os ricos estão cada vez mais ricos, enquanto, os pobres cada vez mais pobres.
Segundo o IBGE, 33,2% da população brasileira vive em situação de pobreza, o maior patamar desde 2015.
Hoje, o 1% mais rico da população brasileira, cerca de 2,1 milhões de pessoas, detém 49,6% da riqueza nacional, com um patrimônio médio de R$ 3,8 milhões por indivíduo.
A carga tributária bruta brasileira atingiu 32,32% do PIB em 2024, o maior nível dos últimos 15 anos. Apesar disso, o retorno social em serviços públicos como saúde, educação, segurança, limpeza e infraestrutura é considerado insatisfatório. O Brasil ocupa a última posição entre os 30 países com maior carga tributária no ranking de retorno em bem-estar social.
O salário mínimo em 2025 é de R$ 1.518,00, mas segundo o DIEESE, o valor necessário para cobrir despesas básicas de uma família deveria ser de R$ 7.416,07. O poder de compra segue estagnado desde 2020, com o salário mínimo comprando apenas 1,7 cestas básicas na capital paulista.
De acordo com o DIEESE, São Paulo foi a capital brasileira que apresentou o maior custo da cesta básica (R$ 882,76) em junho, seguida por Florianópolis (R$ 867,83) e Rio de Janeiro (R$ 843,27). Já os menores valores foram observados em Aracaju (R$ 557,28), Salvador (R$ 623,85) e João Pessoa (R$ 636,16).
Em junho de 2025, o IPCA acumulado nos últimos 12 meses foi de 5,35%, segundo o IBGE. Esse índice oficial da inflação brasileira está acima do teto da meta que é de 4,5% ao ano. No contexto internacional, o Brasil ocupa a 4ª posição entre os 19 países-membros do G20 com maior inflação, ficando atrás da Argentina (39,4%), Turquia (35,1%) e Rússia (9,4%).
Essa combinação de inflação elevada e desvalorização cambial continuam pressionando o orçamento das famílias brasileiras, especialmente nos alimentos, que seguem como um dos vilões do alto custo de vida.
A política monetária contracionista mantém juros elevados como forma de conter a inflação, mas isso encarece o crédito e desestimula o consumo das famílias e o investimento das empresas privadas. A taxa básica de juros (taxa Selic) permanece em patamar alto, dificultando o acesso ao financiamento para famílias e empresas, e contribuindo para o aumento da inadimplência (77,0 milhões de pessoas inadimplentes e 7,3 milhões de empresas inadimplentes).
Em julho de 2025, a taxa Selic no Brasil está em 15% ao ano, sendo a 4ª mais alta do mundo em termos nominais, atrás de Turquia (46%), Argentina (29%) e Rússia (20%). Já em juros reais, descontada a inflação, o Brasil ocupa o 2º lugar global, com 9,53%, atrás apenas da Turquia, que lidera também nesse ranking mundial, com 14,44%, segundo dados da MoneYou. Esses juros elevados dificultam o consumo das famílias e o crédito para as empresas privadas, e desacelerando a atividade econômica.
O Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta sérias dificuldades em 2025. Há escassez de profissionais de saúde, falta de equipamentos e de remédios, infraestrutura deficiente e longas filas de espera, especialmente nas zonas rurais das regiões Norte e Nordeste. É importante revelar que mais de 704 mil novos casos de câncer devem ser registrados no Brasil em 2025, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).
3.8. Desemprego
Hoje, 7,7 milhões de brasileiros estão desempregados nas cinco regiões do Brasil. Outros milhões vivem de bicos ou trabalhos informais, sem carteira assinada, nem direitos trabalhistas, não recebe o salário em dia. A taxa de desemprego é de 7,0% no primeiro trimestre de 2025 e 40% dos trabalhadores estão na informalidade.
3.9. Corrupção
Os escândalos de corrupção no Brasil se repetem com frequência alarmante, alimentando a sensação coletiva de que "nada muda". Essa corrupção destroi a economia brasileira, a corrupção corrói a confiança no Brasil, desestimulando investimentos e provocando a fuga de cérebros, talentos e capital humano qualificado.
Em 2025, um dos casos mais emblemáticos é o esquema bilionário de fraudes no INSS, revelado pela PF e CGU. Os desvios de mais de R$ 8 bilhões entre 2016 e 2024, envolvendo descontos indevidos em aposentadorias e pensões sem autorização dos beneficiários.
O esquema bilionário atravessou diferentes presidentes, desde o governo Michel Temer, passando pelo governo Jair Messias Bolsonaro, até o atual governo Luiz Inácio Lula da Silva, e envolveu funcionários públicos, políticos, sindicatos, associações de fachada e empresas privadas que prejudicaram aposentados e pensionistas do INSS nas cinco regiões do Brasil.
3.10. Falta de perspectivas para jovens e profissionais qualificados
A falta de perspectivas para jovens e profissionais qualificados no Brasil tem impulsionado um movimento crescente de emigração. Segundo o Atlas das Juventudes, cerca de 47% dos jovens entre 15 e 29 anos afirmaram que deixariam o país se tivessem oportunidade.
Esse êxodo é motivado por vários fatores, como desemprego, informalidade elevada, educação desconectada do mercado de trabalho e baixa valorização da qualificação profissional. Além disso, programas de imigração em países desenvolvidos, como Canadá e Portugal, oferecem oportunidades reais para profissionais qualificados.
4. Os países que brasileiros podem visitar sem visto
Os brasileiros têm entrada liberada para turismo em mais de 80 países, sem visto. Na América do Sul são Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Uruguai e Suriname, com apenas a carteira de identidade. A Venezuela exige passaporte. Na Colômbia, a estadia máxima é de 180 dias, já na Bolívia de 30 dias e, nos demais países, é possível ficar sem visto por até 90 dias.
Na América Central são Panamá, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Belize e Nicarágua. O México exige a Forma Migratória Múltipla (FMM), é um documento obrigatório para estrangeiros que entram no país, como turistas, mesmo que sejam de países que não exigem visto, como o Brasil. FMM funciona como uma autorização de entrada temporária, válida por até 180 dias para fins de turismo, negócios ou trânsito. Na América Central vários países recebem os brasileiros sem visto, mas exigem passaporte para entrar no país.
No Caribe são Bahamas, Barbados, República Dominicana, Jamaica, Antígua e Barbuda, Curaçao, São Cristóvão e Névis, Granada, Dominica, Haiti, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas e Trinidad e Tobago. Em Barbados a estadia máxima é de 180 dias. Já Honduras é de apenas 30 dias.
Na Europa são Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Suécia e Suíça. É possível permanecer legalmente nesses países europeus por até 90 dias. Em breve, a UE estará implementando o ETIAS, um sistema eletrônico de autorização prévia de viagem.
Na África são África do Sul, Marrocos, Tunísia, Ilhas Maurício, Seychelles, Namíbia e Botsuana. Na Ásia são Coreia do Sul, EAU, Filipinas, Hong Kong, Indonésia, Israel, Malásia, Singapura, Tailândia e Japão. A China, o segundo país mais rico do mundo, também entrou para essa lista em 2023, permitindo estadia sem visto de até 30 dias. E na Oceania são Fiji, Ilhas Cook, Micronésia, Nova Caledônia e Vanuatu.
5. Os países que exigem visto de brasileiros para viajar
Atualmente, são 37 os países que cobram de brasileiros a emissão de um visto antes da viagem. Esses países exigem visto tradicional antes da entrada. Destacam-se, na América do Norte, EUA e Canadá.
Na África são Argélia, Benin, Camarões, Chade, Congo, Eritreia, Gâmbia, Gana, Libéria, Líbia, Mali, Níger, Nigéria, República Centro-Africana, Sudão, Sudão do Sul e Zimbábue.
Na Ásia são Afeganistão, Arábia Saudita, Bangladesh, Brunei, Butão, Coreia do Norte, Iraque, Iêmen, Kuwait, Mianmar, Paquistão, Síria, Taiwan, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietnã. Já na Europa são Rússia e Bielorrússia. E na Oceania são Austrália e Nauru.
6. Os países que exigem visto eletrônico ou visto na chegada
Além do visto tradicional, brasileiros podem entrar em 53 países com visto eletrônico (e-visa) ou visto na chegada. Da Ásia, Índia, Nepal, Indonésia, Maldivas, Jordânia, Laos, Sri Lanka, Camboja, Bangladesh, Azerbaijão, Armênia, Geórgia, Omã, Bahrein, Irã, Líbano, Catar, Tadjiquistão e Timor-Leste.
Da África, Egito, Quênia, Zâmbia, Tanzânia, Ruanda, Etiópia, Uganda, Maláui, Burundi, Gana, Djibuti, Comores, Serra Leoa, Moçambique, Mauritânia e Lesoto. Da Oceania, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné, Ilhas Salomão, Samoa, Tuvalu, Tonga, Palau e Ilhas Marshall.
Esses países oferecem processos simplificados, como solicitação online, pagamento digital e envio do visto por e-mail. Em alguns casos, o visto é emitido diretamente no aeroporto de chegada. Ainda assim, é essencial verificar os requisitos específicos de cada destino antes de viajar, como tempo de permanência, documentos exigidos e taxas cobradas.
7. Considerações finais
Concluindo, sair do país não é desistência, é uma forma legítima de buscar sobrevivência, oportunidades, melhores salários, segurança e qualidade de vida. O brasileiro vai embora, geralmente, por não encontrar emprego, espaço para crescer, oportunidade para prosperar ou viver em paz, com tranquilidade.
Muitos brasileiros pensam numa saída às pressas do país, impulsionada por fatores preocupantes, como o possível desligamento de sistema de posicionamento global (GPS), a possível expulsão do Brasil do sistema SWIFT, e o aumento desenfreado das tarifas protecionistas de Trump, que poderá atingir patamares absurdos de até 100% ou mesmo 500%, e que provocará uma escalada de consequências gravíssimas na economia brasileira, como o crescimento do desemprego, o aumento das falências, a inflação descontrolada e a alta da inadimplência de pessoas físicas e jurídicas.
Muitos brasileiros estão deixando de morar em seu lindo, tropical, populoso e continental país e localizado na América do Sul e buscando viver em outro país, onde há mais segurança, oportunidades e melhores condições econômicas e sociais.
O êxodo silencioso de brasileiros, jovens, talentosos e qualificados deveria ser um alerta para autoridades. Será que as autoridades estão preocupadas com quase 5,0 milhões de brasileiros que saíram do Brasil. Se quisermos estancar essa sangria, é urgente enfrentar os dez problemas mencionados. Caso contrário, o Brasil continuará perdendo o que tem de mais valioso: o seu povo.
Portanto, se preparem para o dia 1 de agosto de 2025!
Programa Economia em Alta Especial: https://www.youtube.com/live/U0O_PVOBdCY?si=XFzD31zYJKwjT7HA