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16/06/2023 às 06h05min - Atualizada em 16/06/2023 às 05h56min

O fluxo turístico de João Pessoa entre 2013 e 2022

Paulo Galvão Júnior

Paulo Galvão Júnior

Paulo Galvão Júnior

Economista paraibano, palestrante, autor de 17 e-Books de Economia, conselheiro do CORECON-PB e sócio do Fórum Celso Furtado de Desenvolvimento da PB.

Fotográfo Samuel Elírio.
1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
O turismo é uma atividade econômica de prestação de serviços com vasta interação com diversos segmentos econômicos, que gera emprego, renda, e qualidade de vida, além de contribuir para o desenvolvimento humano municipal, estadual, regional, nacional e mundial.
 
É importante abordar o turismo de João Pessoa, uma das nove capitais nordestinas, que vem buscando desenvolver o turismo como relevante fonte de geração de emprego e renda. E a tradicional Pesquisa Anual do Desempenho do Turismo na Região Metropolitana de João Pessoa, desde 2006, divulga anualmente as pesquisas de campo realizadas pelo Instituto de Planejamento, Estatística e Desenvolvimento da Paraíba (INDEP), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Paraíba (FECOMÉRCIO-PB).
 
Sim, em plena Indústria 4.0, é possível realizar uma importante análise dos dados oficiais da Empresa Paraibana de Turismo S/A (PBTUR), e divulgados pelo FECOMÉRCIO-PB, nas edições 2020 e 2023, no qual o número de turistas que visitou a cidade de João Pessoa durante o período de 2013 a 2022 foi em média anual de 1,1 milhão de turistas brasileiros e estrangeiros.
 
O presente artigo tem como objetivo principal refletir criticamente sobre esta pequena e constante média anual de turistas na capital do estado da Paraíba, nos últimos dez anos. O município de João Pessoa é a cidade mais populosa da Paraíba, a oitava do Nordeste, e a vigésima terceira do Brasil, com 825.796 mil habitantes, segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E João Pessoa tem quatro municípios vizinhos, Cabedelo, Bayeux, Santa Rita e Conde, e tem 210,0 quilômetros quadrados de área territorial.
 
A secular João Pessoa é a terceira cidade mais antiga do Brasil, com 437 anos. Foi fundada em 05 de agosto de 1585, no final do século XVI, à margem direita do Rio Sanhauá, afluente do Rio Paraíba, como Cidade Real de Nossa Senhora das Neves, pelos colonizadores portugueses. E com passar dos séculos cresceu muito em direção ao Oceano Atlântico.
 
João Pessoa é o maior centro econômico da Paraíba, com um Produto Interno Bruto (PIB) nominal de R$ 20,7 milhões e um PIB per capita de R$ 25.402,17, conforme o IBGE. É a nona cidade mais rica do Nordeste, e o setor terciário é que o absorve a maior quantidade de mão de obra, incluindo a cadeia produtiva do turismo, com seis segmentos turísticos fortes como o turismo de sol e praia, turismo histórico, turismo cultural, turismo ecológico, turismo de eventos, e turismo de esportes.
 
A hospitaleira João Pessoa tem 24 km de orla marítima, e com as mais belas praias urbanas (Praia do Bessa, Praia de Manaíra, Praia de Tambaú e Praia do Cabo Branco) do Brasil. Além de ser uma das cidades mais verde do mundo e conhecida internacionalmente como a Cidade das Acácias. É mundialmente conhecida como o local onde o Sol nasce primeiro nas Américas.
 
2. ANÁLISES MENSAIS E ANUAIS DO FLUXO TURÍSTICO DE JOÃO PESSOA DE 2013 A 2022
Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), com sede em Madrid, na Espanha, “o turismo engloba as atividades das pessoas que viajam e permanecem em lugares fora de seu ambiente usual durante não mais do que um ano consecutivo, por prazer, negócios ou outros fins”. E as principais análises mensais e anuais foram baseadas nos dados oficiais da PBTUR sobre o fluxo turístico de João Pessoa no período de 2013 a 2022:
 
Mês/Ano 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 TOTAL
JAN 128.270 138.069 139.382 141.542 146.877 149.606 153.466 158.148 128.890 136.892 1.421.142
FEV 86.179 91.508 95.050 92.136 93.288 98.940 100.344 104.880 94.654 99.652 956.631
MAR 88.400 94.510 98.656 96.990 98.882 103.052 108.126 - 44.580 106.960 840.156
ABR 82.109 89.800 93.146 84.132 96.540 93.788 96.790 - 46.512 102.084 784.901
MAI 80.024 85.078 86.410 84.130 87.100 81.004 84.202 - 66.506 89.863 744.317
JUN 88.988 74.686 88.502 94.344 94.300 92.728 94.208 - 71.174 92.212 791.142
JUL 103.864 95.253 111.120 112.478 114.952 121.412 116.352 - 109.044 116.908 1.001.383
AGO 83.463 92.354 89.922 91.572 92.964 93.986 98.874 - 91.890 103.352 838.377
SET 88.947 92.232 98.134 98.634 101.004 102.032 103.336 - 106.824 106.982 898.125
OUT 99.192 103.600 110.748 103.105 108.926 106.544 109.490 - 118.934 113.158 973.697
NOV 96.052 99.650 99.890 97.980 99.200 102.038 100.818 86.252 110.210 115.458 1.007.746
DEZ 97.360 102.170 99.048 100.591 108.600 114.180 112.968 93.880 114.600 114.950 1.058.347
ANUAL 1.122.848 1.158.910 1.210.008 1.197.634 1.242.633 1.259.310 1.278.974 443.160 1.103.818 1.298.471 11.315.766
MÉDIA 93.571 96.576 100.834 99.803 103.553 104.494 106.581 36.930 91.985 108.206 1.131.577
Quadro 1. Fluxo Turístico Estimado de João Pessoa – 2013 a 2022.
Fonte: PBTUR.
 
Analisando a demanda turística de João Pessoa no Quadro 1, observa-se claramente que os três melhores meses das atividades turísticas foram janeiro (média de 142.114 turistas por mês), dezembro (105.835 turistas), e novembro (100.775 turistas), respectivamente. Já os três piores meses da cadeia produtiva do turismo pessoense foram maio (média mensal de 74.432 turistas), abril (78.490 turistas), e junho (79.114 turistas), respectivamente.
 
Com certeza, o pior ano no fluxo turístico de João Pessoa foi de 2020, com 443.160 turistas, por causa da pandemia da COVID-19, e a não realização das pesquisas por parte dos funcionários da PBTUR nos meios de hospedagem por oito meses consecutivos (de março a outubro de 2020), porque estavam bem protegidos em suas residências, cumprindo as determinações, as medidas de isolamento social dos Governos Federal, Estadual e Municipal.
 
Dessa mesma forma, o melhor ano do fluxo turístico pessoense foi de 2022, com 1.298.471 turistas, e os turistas pernambucanos e potiguaras foram os principais responsáveis por esse fluxo turístico no ano passado. E os três melhores anos do último decênio foram de 2022, de 2019 (1.278.974 turistas) e de 2017 (1.242.633 turistas), conforme a PBTUR.
 
É importante compreender que no ano da Copa do Mundo, a aconchegante cidade de João Pessoa recebeu 1.158.910 turistas em 2014, na época a única capital nordestina mais próxima de duas cidades-sedes dos jogos dos Grupos A, C, D e G, ou seja, de Recife (distante a 116 km) e de Natal (distante a 180 km). Com certeza, aumentou o número de banhistas com cadeiras de praia e guarda-sóis nas praias urbanas e selvagens durante os jogos da seleção brasileira.
 
Em 2016, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a capital paraibana recebeu 1.197.634 turistas, e suas águas mornas e tranquilas são excelentes para mergulhos, como também, para Jet Ski, Hobie Cat, Stand Up Paddle, Kit Surf, Windsurf, Wakeboard, e Caiaques. E Jampa é excelente para caminhadas, corridas de rua, maratonas, triathlons, vôlei de praia, futevôlei, futebol de areia, handebol de areia, frescobol, e beach tennis, além de ideal para patinadores, skatistas e ciclistas. E as boas ondas da Praia do Sol são recomendadas pelos surfistas.
 
Observa-se que os três piores anos foram de 2020, de 2021 (1.103.818 turistas) e de 2013 (1.122.848 turistas), de acordo com a PBTUR. É imprescindível reconhecer que o turismo é uma das atividades econômicas mais dinâmica, mais importante da economia mundial, e foi o setor mais prejudicado com os impactos da pandemia da COVID-19. Por exemplo, em Jampa, os guias de turismo e os bugueiros tiveram que se reinventar para conseguir uma renda mensal antes, durante e depois da vacinação contra o novo coronavírus.
 
Mesmo com a beleza do litoral, o verão, o barulho das ondas e as conchas do mar em João Pessoa, um dos destinos turísticos mais procurados para as Férias, o Réveillon ou a Lua de Mel, todavia, a queda no fluxo turístico foi enorme na comparação de 1.278.974 em 2019 para 443.160 no ano de 2020, ou seja, uma redução anual de 65,35%, conforme os dados da PBTUR.
 
3. PRINCIPAIS PROBLEMAS DE NÃO REGISTRAR 2 MILHÕES DE TURISTAS ANUAIS DESDE 2013
O destino João Pessoa tem belezas naturais, ótimas opções de hospedagem, deliciosa gastronomia, rico e belo artesanato, clima tropical durante todo o ano (temperatura média de 26°C), piscinas naturais do Caribessa, do Picãozinho, do Seixas e da Penha (na maré baixa), um dos ares mais puros do planeta e, sobretudo, um povo hospitaleiro, muito educado, e muito simpático com os turistas nacionais e internacionais.
 
Basicamente, João Pessoa, antiga Filipéia de Nossa Senhora das Neves, em homenagem ao rei Filipe II, que, na época, acumulava os tronos da Espanha e de Portugal na União Ibérica, é o portão de entrada do turismo paraibano, e tem inesquecíveis atrações turísticas como o Hotel Globo (inaugurado em 1929 e foi o primeiro hotel de luxo da cidade), a Casa da Pólvora, o Centro Cultural São Francisco, a Catedral de Nossa Senhora das Neves, o Theatro Santa Roza, a Praça João Pessoa, o Parque Sólon de Lucena (a Lagoa, com árvores e jardins do renomado paisagista Burle Marx), a Praça da Independência, o Museu da Cidade de João Pessoa, o Espaço Cultural José Lins do Rego (inaugurado em 1982 e projetado pelo arquiteto Sérgio Bernardes), o Mercado de Artesanato Paraibano (MAP), a Feirinha de Artesanato de Tambaú, o Busto de Tamandaré, o novo letreiro de João Pessoa, o SkyBar (no 44° andar), o Mirante SkyBeach (no 48° andar), a Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes (inaugurada em 2008 e projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer), o Bosque dos Sonhos, o Farol do Cabo Branco, e, em especial, a famosa Ponta do Seixas, onde está localizado o ponto Extremo Oriental das Américas, com longitude 34°47′35″W e latitude 7°9′18″S, logo, a distância de João Pessoa é de 2.235 km em linha reta para Costa do Marfim, na África.
 
Mesmo com a água de côco gelada custando dois reais, o destino João Pessoa, antiga Frederikstad (Cidade de Frederico), em homenagem ao príncipe de Orange, Frederick de Orange, tem problemas para não registrar dois milhões de turistas anuais desde 2013. Pode-se destacar, entre eles, dez problemas: i) a sazonalidade turística (em período de chuva, o fluxo turístico diminui drasticamente, além de uma baixa estação de longo período); ii) a precificação turística; iii) os poucos voos diretos nacionais e internacionais no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto (e o turista ao desembarcar em Bayeux tem dificuldade com o transporte público demorado e desconfortável para João Pessoa); iv); a falta de placas de sinalização turística; v) a falta de um moderno Terminal Rodoviário; vi) a escassez de mão de obra poliglota; vii) a elevada rotatividade dos trabalhadores nos empreendimentos turísticos; viii) a falta de lixeiras e de banheiros públicos; ix) a quantidade de leitos disponíveis na rede hoteleira de João Pessoa (14 mil) se comparando as vizinhas Natal (35 mil) e Recife (40 mil); e x) a preocupação dos turistas com a violência urbana na orla marítima e no Centro Histórico (tombado como Patrimônio Histórico Nacional desde 2007 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN), por causa das pequenas cracolândias.
 
A lenta revitalização do Centro Histórico, a falta de manutenção das placas de sinalização turística do Centro Histórico, o descaso com a Falésia do Cabo Branco, o abandono do famoso Hotel Tambaú (inaugurado em 11 de setembro de 1971, projetado pelo arquiteto Sérgio Bernardes e com 163 apartamentos), o diretor de Economia e Fomento não atuante da PBTUR, os problemas com as obras do Polo Turístico Cabo Branco (antigo Projeto Costa do Sol desde agosto de 1987), os baixos investimentos em divulgação da cidade para o turismo nacional na Região Norte (AM, PA, RR, RO, AP e TO) e o turismo internacional no BRICS (em inglês, Brazil, Russia, India, China, and South Africa) e no USMCA (em inglês, United States-Mexico-Canada Agreement), além dos altos tributos (exemplos, o ICMS dos hotéis, dos restaurantes e das agências de viagens), logo, são sérios problemas que não podemos negar nos dias atuais.
 
João Pessoa é a cidade que mais gera empregos com carteira assinada na Paraíba, e o turismo poderá contribuir no índice de desenvolvimento humano municipal (IDH-M), nos próximos 5 anos, com 6 sugestões turísticas: i) uma pousada flutuante no Rio Sanhauá; ii) um moderno píer no Porto do Capim para catamarãs; iii) uma moderna marina na Praia do Bessa para iates; iv) uma moderna praça do Extremo Oriental das Américas na Praia do Seixas; v) um Festival Internacional de Escritores da Língua Portuguesa (FIELP) nos 100 anos do escritor Ariano Vilar Suassuna (que nasceu em 16 de junho de 1927, na antiga Parahyba, no quarto do 1° andar do Palácio da Redenção, pois o seu pai João Suassuna era o Presidente da Paraíba na época, o que corresponde hoje ao cargo de Governador do estado); e vi) uma estátua de bronze de 2 metros de altura com pedestal, do economista paraibano Celso Monteiro Furtado (1920-2004), o maior economista brasileiro de todos os tempos, em frente ao Lyceu Paraibano.
 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em suma, João Pessoa, o primeiro sol das Américas, e dos destinos mais baratos do Brasil, nos últimos dez anos não alcançou dois milhões de turistas anuais. É preciso um olhar mais questionador das causas deste fluxo turístico entre 2013 e 2022, e refletir o porquê a capital paraibana não registrou dois milhões de turistas domésticos e internacionais por ano. E os números não mentem, é fato que os dados da PBTUR atestam que ocorreu uma taxa de crescimento de 15,64%, ou seja, um aumento de 175.623 turistas nos últimos 10 anos.
 
A secular, tropical, verde e acolhedora João Pessoa, cresceu turisticamente com a inauguração do Centro de Convenções de João Pessoa em 26 de agosto de 2012, e recebeu o contingente de 11.315.766 turistas entre 2013 e 2022. E Jampa tem a Mata Atlântica, o Jardim Botânico Benjamim Maranhão (a Mata do Buraquinho), o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (a Bica), e tem potencial turístico elevado, e requer mais empreendorismo, mais planejamento turístico, para superar os atuais problemas já citados acima, ou outros obstáculos como as mudanças climáticas (que requer os Planos de Contingência em caso de incêndios florestais ou de súbito e forte avanço do mar), como também, dos futuros obstáculos como a nova pandemia já anunciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e a nova recessão mundial já prevista pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial, e que já atingiu a Alemanha, a 4ª maior economia do mundo e a maior da União Europeia (UE).
 
A cidade de João Pessoa é muito linda, uma das mais lindas do Brasil, tem o nascer do sol mais encantador das Américas na Ponta do Seixas, tem um belíssimo pôr-do-sol no Hotel Globo, tem belíssimas praias (Praia do Bessa, Praia de Manaíra, Praia de Tambaú, Praia do Cabo Branco, Praia do Seixas, Praia da Penha, Praia do Arraial, Praia de Jacarapé, Praia do Sol e Praia de Barra de Gramame), com águas mornas e cristalinas e areias brancas e o mar de cor entre verde esmeralda e azul turquesa, e que todos os dias, nos primeiros raios de sol, bem cedo, os trabalhadores e as trabalhadoras já estão em busca de mais empregos formais, mais renda, mais qualidade de vida. Sim, é possível melhorar a competitividade turística pessoense, com o engajamento dos agentes econômicos privados e públicos.
 
Assim, sugerimos que os principais problemas de não registrar dois milhões de turistas anuais desde 2013, contidos neste artigo sobre o fluxo turístico de João Pessoa, sejam apresentados ao trade turístico pessoense para os debates das questões turísticas, como também, as sugestões turísticas, numa perspectiva sustentável, que poderão a longo prazo incrementar significativamente a cadeia produtiva do turismo, uma excelente fonte geradora de empregos e renda para a capital paraibana, que já teve cinco nomes ao longo de 437 anos, inicialmente, Cidade Real de Nossa Senhora das Neves (1585-1588), depois, Filipéia de Nossa Senhora das Neves (1588-1634), em seguida, Frederikstad (1634-1654), posteriormente, Cidade da Parahyba (1654-1930), e por fim, João Pessoa (1930-até o dia de hoje), uma homenagem ao Presidente da Paraíba João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, assassinado em 26 de julho de 1930, na Confeitaria Glória, na Rua Nova, em Recife, e foi o grande estopim da Revolução de 1930.
 
Finalizando, em 1611, William Shakespeare (1564-1616) escreveu na obra The Tempest: "Somos feitos da mesma substância dos sonhos". Em 1971, 360 anos depois, Ariano Suassuna (1927-2014) escreveu no Romance d'A Pedro do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta: "Nós somos prisioneiros dos sonhos”. Eu nasci e moro na lindíssima capital paraibana, e penso que o sonho é o nosso maior aliado, e o tempo é o nosso maior inimigo. Infelizmente, as fortes chuvas provocaram alagamentos de ruas e avenidas, deslizamentos de encostas, e inundações de casas. Em minha casa com a minha esposa, eu sonho com as minhas duas lindas filhas numa rede azul no paraíso tropical. E o poder do calor humano é fantástico em época de chuva, porque iremos nos aquecer deste calor humano em João Pessoa.
 
REFERÊNCIAS
FECOMÉRCIO-PB. Pesquisa Anual do Desempenho do Turismo na Região Metropolitana de João Pessoa. Edição 2020. João Pessoa: FECOMÉRCIO-PB, 2020.
FECOMÉRCIO-PB. Pesquisa Anual do Desempenho do Turismo na Região Metropolitana de João Pessoa. Edição 2023. Disponível em: https://issuu.com/fecomerciopb/docs/pesquisa_anual_do_desempenho_do_turismo_na_regi_o_. Acesso em: 8 jun. 2023.
IBGE. João Pessoa. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pb/joao-pessoa/panorama. Acesso em: 8 jun. 2023.
OMT. Turismo Internacional: Uma perspectiva global. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
SHAKESPEARE, William. The Complete Works of William Shakespeare. 11ª. ed. Prague: Spring Books, 1968.
SUASSUNA, Ariano. Romance d'A Pedro do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971.
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