A WestJet está reconfigurando 43 de suas aeronaves Boeing (737-8 MAX e 737-800), eliminando a opção de ajuste de reclinação nos assentos da classe econômica padrão.
Embora a companhia afirme que "não há taxa para reclinar", sua porta-voz, Jennifer Booth, esclareceu que os novos assentos terão apenas uma "leve reclinação que não pode ser ajustada". Passageiros que desejarem reclinar manualmente ou ter mais espaço deverão pagar por um upgrade.
A medida foi recebida com críticas. O analista de varejo Bruce Winder classificou a mudança como "desanimadora" e parte da tendência de "fatiar" serviços como um menu "a la carte". Ele prevê que os canadenses reclamarão, mas acabarão aceitando, ciclo com o qual as companhias aéreas contam.
A passageira Heather Douglas considerou a política "hostil", afirmando que repensará se voará com a empresa.
Gabor Lukacs, da Air Passenger Rights, levantou preocupações legais, sugerindo que a política pode ser discriminatória. "O que me preocupa é a WestJet... discriminar passageiros que são simplesmente altos demais", disse ele, argumentando que a lei não permite "cobrar por altura extra", apenas por "conforto extra".
A primeira aeronave modificada entra em operação este mês, com o restante da frota sendo atualizado até o início do próximo ano.
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